EXPERIÊNCIA DA SEMANA SANTA: um encontro com o ressuscitado que nos transforma em alegres evangelizadores
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Os seminaristas do Propedêutico tiveram uma experiencia de Pastoral na cidade de Santa Maria de Itabira onde foram acolhidos no Domingo de Ramos pelo Pe.Anderson na Paroquia Nossa Senhora do Rosário, juntamente ao Frei Alexandre que estava auxiliando na Paroquia na Semana Santa e o seminarista Marcio (Teologia). As atividades iniciaram se no Domingo de Ramos cujo dia se celebra a entrada triunfal de Jesus Cristo, em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, a Morte e a Ressurreição. Os seminaristas do Propedêutico foram acolhidos durante a Santa Missa na Igreja Matriz dando inicio aos seus trabalhos pastorais, onde durante a semana iriam auxiliar o padre em procissões, missas, ações litúrgicas, visitas as escolas da cidade entre outras funções.

Jesus, ao lavar os pés dos discípulos, quer demonstrar Seu amor por cada um e mostrar a todos que a humildade e o serviço são o centro de Sua mensagem; portanto, esta celebração é a maior explicação para o grande gesto de Jesus, que é a Eucaristia. O rito do lava-pés não é uma encenação dentro da Missa, mas um gesto litúrgico que repete o mesmo gesto de Jesus. O bispo ou o padre, que lava os pés de algumas pessoas da comunidade, está imitando Jesus no gesto; não como uma peça de teatro, mas como compromisso de estar a serviço da comunidade, para que todos tenham a salvação, como fez Jesus. Alguns seminaristas acompanharam o Frei Alexandre na Matriz onde se celebrou o rito do Lava Pés outros foram com o padre Anderson para as comunidades rurais.

À tarde da Sexta-feira Santa apresenta o drama incomensurável da morte de Cristo no Calvário. A cruz, erguida sobre o mundo, segue de pé como sinal de salvação e esperança. Com a Paixão de Jesus, segundo o Evangelho de João, contemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que o transpassou o lado. Há um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da santa cruz, momento em que esta é apresentada solenemente à comunidade. A ação litúrgica ocorreu em toda Paroquia de modo especial na Matriz Nossa Senhora do Rosário o momento foi conduzido pelo Padre Anderson com a ajuda dos seminaristas Arthur, Gabriel, Junior e Thiago os outros dois foram para as comunidades rurais com o Frei Alexandre e o seminarista Marcio.

Ao longo da Quaresma, muitos fiéis realizam a Via-Sacra como uma forma de meditar o caminho doloroso que Jesus percorreu até a crucifixão e morte na cruz.
A Igreja nos propõe esta meditação para nos ajudar a rezar e a mergulhar na doação e na misericórdia de Jesus que se doou por nós. Em muitas paróquias e comunidades, são realizadas a encenação da Paixão, da Morte e da Ressurreição de Jesus Cristo por meio da meditação das 14 estações da Via-Crúcis. A Via Sacra iniciou se as 00h00 como tradição da cidade ate o Calvário no alto da cidade.

Fora da Igreja, prepara-se a fogueira. Estando o povo reunido em volta dela, o sacerdote abençoa o fogo novo. Em seguida, o Círio Pascal é apresentado ao sacerdote. Com um estilete, o padre faz nele uma cruz, dizendo palavras sobre a eternidade de Cristo. Assim, ele expressa, com gestos e palavras, toda a doutrina do império de Cristo sobre o cosmos, exposta em São Paulo. Nada escapa da Redenção do Senhor, e tudo – homens, coisas e tempo – estão sob Sua potestade. As luzes da igreja devem permanecer apagadas. O diácono toma o Círio e o ergue, por algum tempo, proclamando: “Eis a luz de Cristo!”. Todos respondem: “Demos graças a Deus!”. Os fiéis acendem suas velas no fogo do Círio Pascal e entram na igreja. O Círio, que representa o Cristo Ressuscitado, a coluna de fogo e de luz que nos guia pelas trevas e nos indica o caminho à terra prometida, avança em procissão.

É o dia santo mais importante da religião cristã. Depois de morrer crucificado, o corpo de Jesus foi sepultado, ali permaneceu até a ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. Do hebreu “Peseach”, Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. A presença de Jesus ressuscitado não é uma alucinação dos Apóstolos.

Quando dizemos “Cristo vive” não estamos usando um modo de falar, como pensam alguns, para dizer que vive somente em nossa lembrança. E nesta celebração encerrou se a semana Pastoral dos seminaristas na Paroquia Nossa Senhora do Rosário o pároco Padre Anderson agradeceu a colaboração de todos e o mesmo disse “que esta semana serviu também para estreitar os laços de amizade com todos” e pediu a assembleia uma forte salvação de palmas a todos.

 

 

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